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ONTEM

  Na madrugada escaça de uma festa,  peguei sua mão e fugimos de todos,   onde almas jazem prazeres, lutando.  Por fumaças e horas em lentidão.  A lua admirando o fogo do sol,   um cigarro preenchendo a manhã,  seguido por borboletas crianças,  numa avenida de ebrios e falhas.  O por do sol na varanda da minha,  meus avós sorrindo no embalar da rede.  E entre café e ressaca, lembro perfeito.  Dançando firme por cacos de diversão.  Mas a vida por seus deleitos e roteiro,   ditou que eu deveria seguir sozinho,  e até que eu me sinto assim melhor,  e sigo segurando minha cerveja de ontem. de Wlielton Martins 

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